quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Medo do Desconhecido

Costumamos ter medo de tudo que não conhecemos.

Sempre foi assim. O homem já temeu o fogo, já temeu sair da caverna, temeu outros povos, outro homem, temeu se aventurar em outros ambientes, temeu animais nunca vistos, o homem já temeu a natureza e sua força, o homem já teve medo dos descobrimentos...

Os descobrimentos da química, física e uso delas para transformar a realidade do que conhecemos. 

O avanço da ciência, da medicina, dos métodos de organização social, enfim...já tememos diversas coisas em toda história de existência humana.

Tudo o que nos é desconhecido nos causa no mínimo duas reações, curiosidade e medo. 

E adivinhem só, eu tenho medo do meu notebook dá “boogie”. Serio!!!

Eu me considero uma mulher inteligente, mas quando se trata de comandar “os paranauê” do “hardware” eu me considero uma analfabeta.

Há alguns anos eu estava no meio de uma palestra, quando meu notebook resolveu dar um mergulho ornamental no chão. 

Foi aquele momento que você não acredita que aquilo tá acontecendo. Depois fiquei sabendo que o livro que eu estava escrevendo já com 44 páginas, estava perdido, porque o diagnóstico da máquina é que ela havia quebrado justamente no "bagulho" que continha meu arquivo. Desde então, pensem num pavor que tenho de “boogie” no meu notebook?!

Tenho medo desse desconhecido, mas ontem quando meu aparelho achou de apagar na minha cara, eu contei as horas pro dia amanhecer e eu poder gritar por socorro à um amigo especialista.

E o que aconteceu foi realmente incrível, sabe quando a gente faz uma tempestade em copa d´água?! Pois é, foi justamente isso que ele fez parecer. 

Enquanto eu estava em pânico ele simplesmente mexia na máquina com a maior frieza do mundo. Parecia até que a máquina não tinha problema algum.

Enquanto eu temia, meu amigo, literalmente sorria na minha cara.

Foi então que percebi que na vida não existem problemas grandes demais, que o desconhecido não deve ser assim tão temido. 

Não devíamos ter tanto medo daquilo que nos é oculto, incomum, ou daquilo que é muito diferente do que estamos acostumados.

Alguém sempre tem a solução para o seu problema, sempre terá alguém que terá a solução ou será a solução para o “desconhecido” que você teme.

Tenha coragem pra pedir ajuda, mesmo que riam dos seus problemas, aprenda a sorrir de volta e o resultado será um medo indo embora e momentos de alegria, e de quebra um post novo no blog.

Bjo na alma
Danny Noronha.

  

domingo, 11 de setembro de 2016

2°EMEPe Mãe do Rio -Pará 2016

Do dia 02 ao dia 04 de setembro, ocorreu a segunda edição do Encontro Municipal d@s Estudantes de Pedagogia - Mãe do Rio.
Nos dias do evento, nos reunimos para discutir diversos assuntos, e além do tema principal, tivemos oficinas maravilhosas com temas como: Braile,  Geografia e Motricidade Humana, entre outros.
Tive a oportunidade de sentar à mesa do Movimento Estudantil,  e compartilhar com os colegas minha experiência como estudante universitária, e motivar os mesmos a posicionar-se em relação às lutas e necessidades do corpo estudantil, não apenas no município,  mas também em âmbito nacional.
Foi bom demais ver calouros com muito a compartilhar se manifestando e colaborando nesse processo ensino/aprendizagem.
No geral,  o evento foi bom demais!!!!!!
Segue o que a galera realmente espera desse artigo:
AS FOTOOOOSSSSS!!!!!!! 

terça-feira, 6 de setembro de 2016

Árvore de escolhas.

Não confundir sentimentos com atitudes, é fundamental para não se sentir vítima da vida!
Felicidade é uma responsabilidade, decida ser feliz!

quarta-feira, 30 de março de 2016

Passarinhando e aprendendo!

Faz tempo... que eu queria compartilhar com vocês as coisas maravilhosas que vejo.
Uma imagem só, é capaz de falar um livro inteiro no meu coração.
Na goiabeira do meu quintal os passarinhos fazem festa. Todos os dias, faça chuva, ou faça sol, eles sempre estão por lá, me dando o prazer de admira-los.
E com eles eu aprendo a viver, aprendo a passarinhar...
Sabe por que eu canto pela manhã, apesar da tempestade?! Porque também choveu na árvore no meu quintal e os passarinhos ó!!!
Estão cantando...











"Todos esses que aí estão
Atravancando o meu caminho,
Eles passarão
Eu passarinho!"
Mario Quintana
"Por isso, não temais! Bem mais valeis vós do que muitos passarinhos. Mt.10.31"
Danny Ramos.
30/03/2016

sexta-feira, 25 de março de 2016

Quem sou eu na fila do pão?!


Caramba...faz um tempão que não posto nada aqui no meu blog. Não que não tenha acontecido um monte de coisas na minha vida, ou não tivesse me ocorrido um milhão de pensamentos...mas, é que em parte perdi um pouco o interesse em escrever...mas, isso me faz completa, então, mesmo tentando fugir, sempre volta ao preto no branco.
Pela manhã estava pensando sobre a Páscoa,  a paixão de Cristo...durante toda a última semana foi só o que li, textos e mais textos sobre a paixão de Cristo, meditações sobre sua morte e ressurreição e etc.
Mas, não li nenhuma meditação sobre quem somos nós "na fila do pão", quem somos nós na história de Cristo.
Conjecturei durante horas sobre quem "eu sou na fila do pão"...quem seria eu na história de Cristo...
O resumo do meu devaneio histórico cristão, não me surpreendeu nem um pouquinho, cheguei a conclusão que não teria sido diferente de Pedro ao negar Jesus, não chegaria aos pés de Maria, nem seria elogiada por minha fé extraordinária, muito menos me safaria das pedradas da galera do "faz o que eu digo, mas não faz o que eu faço", da galera que tá sempre se achando mais santa e mais perfeita do que eu. Era bem capaz de ser lembrada como o traidor, aquele que com um beijo traiu quem mais o amou.
Na história de Cristo minha participação especial seria no máximo uma daquelas folhas de palmeiras que o saudavam ao entrar na cidade santa, as mesmas folhas que já, fora da árvore, iriam murchar e morrer a beira do caminho.
Eu devo ser a rainha do drama, a maioria das pessoas que me conhecem pessoalmente achariam que estou dramatizando demais, mas, não concordo...não me refiro aqueles que acham que me conhecem ou me julgam pelo que outros dizem, ou me julgam por si mesmos ou por circunstâncias, falo das pessoas que me conhecem de verdade, essas pessoas discordariam totalmente ou parcialmente de minhas afirmações dizendo quão legal eu sou, quão doce, carinhosa, bondosa, verdadeira,ingênua, sincera "demais" e blá blá blá...elas diriam todas essas coisas sobre mim e sim, estariam certas, mas falo de algo mais, falo de algo mais profundo, algo que vai além daquilo que pode ver o homem.
Estou falando daquilo que vemos quando olhamos no espelho, e daquilo que Cristo vê quando olha o meu coração.
É disso que eu tô falando...
Quem sou eu na fila do pão?! Quando analiso quem sou diante do que Deus deseja que eu seja, sinto que estou longe de ser o que Ele merece, mas, quer saber, a Páscoa não é tempo de olhar para mim mesma nem para o erro do meu irmão, é tempo de olhar para cruz, pois é lá que posso deixar tudo o que sou e que não gostaria de ser e também é lá que encontro Cristo, Aquele que é absolutamente tudo o que eu preciso.
Assim, concluo este pensamento compreendendo que não é sobre mim, não tem nada a ver comigo, Sua graça, Sua misericórdia e Seu Amor incondicional é o centro de tudo, é cerne, é a essência, é a motivação, a atitude e a única resposta para a maior das indagações humanas...
Quem sou eu na fila do pão?!
EU SOU A PAIXÃO DE CRISTO!
Quando tiver dúvidas sobre quem você é, lembre-se que você é A PAIXÃO DE CRISTO!
Danny Ramos
25/03/2016

sábado, 19 de dezembro de 2015

Acredite se quiser...


Sim eu sou romântica e acredito no “felizes para sempre”.
Se eu me acho ridícula por acreditar nisso? Não, com certeza não!
Sim, eu sou incorrigivelmente crédula no amor.
Se eu me acho uma tola por acreditar nisso? Não, com certeza não!
Sim, eu acredito que todo mundo pode mudar, seja quem for, como for, o que quer que faça, ou seja, eu acredito que as pessoas podem mudar.
Acredito no ser humano, acredito que independente de sermos capazes de fazer coisas ruins, podemos nos tornar pessoas boas e fazer o bem.
Acredito que quanto mais alguém sente ódio do outro, mais amor pode haver naquela relação, porque o oposto do amor não é o ódio, é a indiferença.
Acredito que mesmo que você esteja muito bravo e chateado, existe um gatilho dentro de você capaz de mudar essa situação, esse gatilho é chamado de humanidade. 
Quanto mais humano você se torna, mais capacidade de perdoar e recomeçar você adquire.
Aquele que é incapaz de perdoar e exige perfeição do outro se torna incapaz de ser humano, vive na ilusão de ser um ser superior, mesmo que com os lábios confesse humanidade.
Acredito na vida.
Acredito na bondade.
Acredito na esperança.
Acredito na fé.
Acredito no ser.
Acredito nos seres humanos.
Acredito no potencial que tem cada ser.
Acredito no amor.
Acredito em Deus!
Crer faz de mim o que eu sou, acreditar em mim faz de você o que é.
Acreditar em tudo isso é o que eu sou.
Algumas pessoas não acreditarão em você, assim como não acreditam em mim, mas não podemos fazer quase nada para mudar essa realidade, mas posso fazer muito em relação a ela. 
Não posso impedir o outro de me odiar e ser mal, mas posso fazer alguma coisa a respeito, e o que eu faço, é isso que testifica de fato quem sou.
Ter uma visão romântica da vida não significa ignorar os horrores das guerras, da maldade que o homem é capaz de praticar, do ódio que são capazes de sentir, da inveja, da ironia como forma de tratamento, não significa ignorar o desprezo, o infanticídio, as fofocas e maledicências...
Ter uma visão romântica da vida não significa ver o céu cor de rosa, mas saber que  não importa o quão cinza ele esteja, o sol ainda brilha por trás do manto nublado.
Não importa quantas vezes eu chore, eu sei que não haverá lágrimas para sempre.
Não importa quão triste eu esteja, a felicidade ainda é parte do que sou.
Não importa quão longe eu esteja do meu objetivo, ficarei feliz por estar no caminho.
Ter uma visão romântica da vida é mais que ser uma tola crédula, é não ter medo de parecer tola e jamais aceitar a incredulidade que me leve para longe da beleza de estar vivo e viver.
Eu acredito que podemos ser felizes para sempre, acredito em todos aqueles discursos maravilhosos sobre, lutar, igualdade, felicidade, fraternidade, liberdade, persistência, resistência, resiliência e amor ao próximo.
Acredito que quem não acredita pode passar a acreditar porque eu mesma sou resultado dessa mudança.
Acredito de verdade que a vida é linda e vale a pena ser vivida e acredito ainda mais, que pode até haver os que não acreditam, mas garanto: eles querem acreditar!
Eu acredito,
Acredite se quiser!
Danny Ramos.


sábado, 14 de novembro de 2015

Por Paris Por Você Por mim Por Nós...

A decadência nos  atos de amor, refletetindo na desumanidade de extremistas religiosos (Islã, evangélicos, mulçumanos, católicos...pq toda religião tem seus extremistas), a decadência de valores humanos universais...respeito à liberdade, a negação do direito à igualdade, a ausência do amor fraterno...
A intolerância com os defeitos do próximo, a velocidade com que um melhor amigo se torna o pior inimigo por motivos egoístas, injustos e tolos, a hipocrisia, ironia e indiferença suplantando a misericórdia, a incapacidade cada vez maior do homem de demonstrar empatia ao seu semelhante, a rigidez com que se julga e condena o erro alheio quando o seu está explícito nas páginas do processo do julgamento do outro...
O uso viciante de argumentos pessoais e egoístas para justificar nossas maldades, a nossa nem sempre sutíl atitude corrupta de burlar informações em cadastros, negociar multas, abusar de posições de autoridade, beneficiar-se desta posição, o nosso desejo de querer que nossos filhos sejam mais bem tratados que os filhos alheios, ou seja, a intolerância e revolta quando vemos por exemplo, nossos filhos serem "injustiçados" na festinha da escola...
A nossa capacidade de discursar valores e princípios pessoais exigindo direta e/ou indiretamente que o outro viva dentro dos mesmos valores e  princípios que vivemos, nossa intolerância à  liberdade do outro, nossa ferocidade em atacar verbalmente e sem piedade aqueles que "achamos" estar vivendo de forma densorosa.

O que mais me apavora não é a atitude extremada de um terrorista e o horror que suas atitudes causaram, mas o quanto podemos estar indiferentes a isso.
A indiferença de que falo não diz respeito ao sentimento de dó, pena das vitimas, ou de  revolta, a indiferença de que falo tem mais a ver com a nossa capacidade de desviarmos nosso foco da empatia pelo sofrimento do outro e nos aliarmos ligeiramente  à vingança, ao ódio...
O que me faz temer o que está acontecendo no presente dia, não é o provável futuro de "guerra ao terror", mas em nossa incopetência em compreender que o passado que se repete, porque  estamos ligados demais em viver no nosso próprio mundinho, viver o "aqui e agora", nosso presente egoísmo tá comprometendo nosso futuro e impossibilitando melhores presentes.
Não me assusta ver jovens matando gratuitamente, causando terror e dor, em nome de um recado global à todos que se atrevem a viver de forma diferente, mas me assusta muito ver como estamos o tempo todo exigindo que o próximo viva igual a nós, simplesmente porque julgamos que nosso estilo de vida e ideais são mais honrosos.
O mundo que eu vivo esqueceu de onde veio, e acredita que o avanço da tecnologia pode fazer avançar os valores humanos, esqueceu que amar não é um aplicativo, conviver em sociedade e respeitar valores universais não são construidos em sociedade e não em redes sociais.
Em cada momento de humanidade e realidade vividos.

As pessoas do mundo de hoje passam mais tempo almejando um mundo melhor, do que fazendo o seu melhor para marcar o mundo.
Estamos esperando que as pessoas ao redor, ajam com justiça e respeito conosco, e nem desconfiamos que justiça e respeito são valores intrínsicos ao nosso caráter e não medalhas de honra ao mérito.
Hoje as pessoas do mundo em que vivo, estão mais preocupadas em ver mudança, do que mudar, em ver a paz do que fazê-la, em ser amado, do que amar!
Não temo homens bombas, eu temo o homem que sem nenhum artefato explosivo pode bombardear seus relacionamentos, podem explodir em arrogância, injustiça, soberba, ódio, crueldade e o pior de todos os males, ausência de amor e indiferença.
Por um mundo com mais humanidade!
Por um mundo com mais valores humanos, para que não precisemos descobrir o preço caro da desumanidade!
Danny Ramos.

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

A Criança da Praia


Assim como a maioria dos brasileiros, eu venho de uma família cristã, e desde cedo somos ensinados a amar a Deus sobre todas as coisas e ao nosso próximo.
Valores e princípios cristãos são passados assim, de geração em geração pelos nossos pais e/ou responsáveis e recebemos a missão de passar esses valores e princípios à próxima geração.
Mas, uma coisa me intrigava, havia um termo na Bíblia que faz menção ao desejo de que Jesus Cristo retorne e nos leve deste mundo para Sua Glória Eterna.
Maranata, essa é uma expressão aramaica que quer dizer "Nosso Senhor, vem!" ou "Ora vem, Senhor Jesus!".
Sinceramente, era muito estranho pra mim que, vivendo no século de maior avanço tecnológico de todos os tempos, uma época de maravilhas, onde nunca foi tão relativamente fácil, comprar um carro, uma casa, ter telefone... Eu lembro que há 30 anos atrás ter telefone era como ter um imóvel, hoje em dia você pode ter uma linha telefônica por menos do valor de um sapato.
Entre aspas, tudo é mais fácil e melhor hoje em dia do que era quando eu era criança, e mais ainda de quando nossos avós eram uma criança...
Enfim, o que eu quero dizer com isso?! Que vivendo num mundo tão" melhor ", tão mais " fácil ", quem usaria uma expressão assim? Quem desejaria não viver num mundo assim?
É quase sem sentido pedir a Deus que nos tire desse mundo, que peçamos pra não viver a era mais desenvolvida da humanidade.
Mas, entendi por fim o sentido deste clamor, desse pedido...
Essa expressão é usada na Bíblia apenas duas vezes, a primeira dela foi usada pelo apóstolo Paulo enquanto ele chegava a conclusão de que no mundo o amor estava desaparecendo.
E depois ela é aparece no livro de Apocalipse, onde ela é usada literalmente para expressar o desejo desesperador de que o Rei Jesus retorne e nos tire deste mundo.
E que mundo é esse? Que mundo é esse que ao mesmo tempo em que constatamos um desenvolvimento humano, concluímos também, que não gostamos de viver nele do jeito que ele se apresenta?
Esse mundo de onde pedimos salvação, de onde clamamos por Deus, é um mundo carente de AMOR.
Avanço, desenvolvimento, facilidade, evolução, conhecimento, enfim, nada disso transformou o homem em alguém melhor, mais feliz nem mais humano.
O que testemunhamos todos os dias é o aumento crescente do medo, da insegurança, do terror, da desumanidade, do egoísmo, do egocentrismo, a facilidade de vida pode ter aumentado, mas a qualidade de vida, a qualidade dos relacionamentos tem diminuído com consequências devastadoras.
Agora sim, eu entendo a expressão, agora sim compreendo que em um tempo onde há tudo menos o amor, nós vamos preferir gritar MARANATA "ORA VEM, SENHOR JESUS!" do que continuar vivendo num mundo de crueldade onde os acontecimentos machucam nossos corações e nossas almas.
Quem acompanhou as últimas notícias ficou sabendo que uma criança foi encontrada sem vida numa praia, ela foi vítima de um naufrágio de um barco de refugiados Sírios buscando abrigo, socorro, ajuda em países europeus, esses refugiados não têm recebido ajuda, abrigo nem auxílio dos países mais ricos e mais desenvolvidos do mundo.
Essa não é uma realidade recente, isso já é parte do contexto histórico à muito tempo, só que a imagem da criança sensibilizou finalmente aqueles que estavam alheios a está realidade. Minha oração e meu objetivo com esse post é motivar você a amar mais, não se importe em ter mais, lute para ser mais, ser mais amável, mais paciente, mais bondoso, mais gentil, mais hospitaleiro, mais perdoador, mais humilde, mais controlado, sóbrio, equilibrado, mais simples, mais cheio de fé, mais amor...
"A criança da praia" (Aylan Kurdi) é um grito público de socorro que todos estão ouvindo, poucos estão atendendo e a maioria já trocou de canal...
Quantas crianças estão aí ao seu lado agora, crianças no sentido de seres humanos, necessitando de auxílio, apoio, ajuda?
Quantas pessoas ao seu redor estão morrendo afogadas, nas águas do egoísmo, da mágoa, da revolta, da solidão, da fome, do medo, afogadas nas águas profundas da indiferença?
Será que estamos amando mesmo as pessoas que dizemos que amamos? Será que amamos mesmo o próximo como nos foi ensinado? Será que desenvolvemos nosso amor como desenvolvemos nossos bens materiais e emocionais ou intelectuais?
Que a nossa vida seja um exemplo de amor.
Que uma nova consciência e mais atitudes de amor, façam a vida daquela criança e sua exposição, valer a pena!
Caso contrário,
Maranata!!!!!
P.s. Maranata no antigo testamento, pode ser reapresentado pelo clamor daqueles que esperam por JUSTIÇA!
Um cartunista genial chamado, Murat Sayin, homenageou a criança com um desenho e um texto fenomenal que lógico me trouxeram às lágrimas...
http://noticias.r7.com/internacional/fotos/descanse-em-paz-desenhos-e-montagens-homenageiam-menino-refugiado-morto-na-praia-03092015#!/foto/16
"Que as crianças possam chegar aonde desejam em seus barquinhos de papel", desejou Murat Sayın

Com amor à minha filha Deborah Roberta, minha família, meus amigos Gb6, e todos aqueles que necessitam ser amados e à "Criança da Praia", im memoriam.
Danny Ramos

sábado, 8 de agosto de 2015

Epepe 2015 - Abaetetuba - Pa


Sem postar desde maio, estou aqui pra tentar fazer um resumo dos últimos dois meses (junho e julho).
Caramba, preciso admitir, foram dois meses de muuuuuita aventura, experiências, aprendizado, autoconhecimento, e também oportunidade pra conhecer e reconhecer algumas pessoas. Minha rotina sofreu uma intervenção, fiquei dois anos na faculdade sem participar de nenhum encontro ou mobilização estudantil, e por motivo de força maior (não me formar se não tiver carga horária) decidi me dedicar a participar de tudo o que tiver daqui pra frente.
Minha primeira experiência foi o Epepe - 2015. A visão de vida acadêmica que eu tinha, preciso confessar, mudou, mas, mudou pra melhor (felizmente)...
No geral, posso resumir o mês de junho pela experiência de viver pela primeira vez a realidade do Epepe 2015, o Encontro Paraense de Estudantes de Pedagogia que aconteceu no município de Abaetetuba, no campus local da Universidade Federal do Pará.
Pra ser sincera preciso dizer, que antes de participar deste encontro eu me perguntava desesperadamente “o que estou fazendo aqui (na faculdade)?”, e pra minha surpresa ME ENCONTREI no encontro (rsrsrs), nenhum lugar em toda a universidade me deu a liberdade de expressão, crítica e intelectual que o Epepe me deu.
Por uma universidade com mais espaços de discussões e construções, desconstruções, reconstruções e transformação!
Enfim, se escrever tudo o que quero não teremos espaço para o que a galera espera: as fotoooooooooooooooooooooooooos!!!!!
Chegada da nossa delegação, Campus UFPa Tucuruí - Pa... + ou - 05:00h e a galera com todo o gás!

O Ginásio do Campus UFPa Abaetetuba - Pa

Primeira Mesa. Epepe acontecendo em Mês de Quadra Junina, a decoração fala por si.

Autoridades civis e estudantis.

Flagrando a nossa delegação!

Atenção total, assunto interessante!

Autoridades civis participando e marcando presença.

Em belíssimos detalhes a cultura regional, o brinquedo de Miriti!

Organização de Primeira.

Um pouco mais da decoração.


Grupos de Discussão! Interessantíssimos!

Professor de Química falando sobre a importância da pedagogia no dia a dia da sala de aula.

Espaços acessíveis, ameeei!!! Ponto pra Abaetetuba - Pa 

Apresentação de Trabalhos específicos.
Jurandir - Castanhal - Pa

Pedagogia em ambientes não escolares.

Apresentação de Trabalhos em Banner's






Tiago Veras












Refeitório 

Cobra Grande em artesanato Mirití




Mesa da Executiva Paraense e convidados


Tiago Veras

Weliton Sampaio

Paulo Amaral

Thaís Mercês


Essas imagens não são nem metade de tudo o que vivemos no Epepe 2015- Abaetetuba - Pa .
Acredito que esses registros são importantes, pra hoje e para o futuro.
Agradeço a todos pela participação no evento e pela contribuição na construção do curso de Pedagogia no Estado do Pará.
p.s. em breve mais posts, com mais fotos
 Um bjo na alma Danny Ramos



Impostora no volume mudo

 Dias como os de hoje fazem uma voz inconveniente gritar dentro de mim: IMPOSTORA! Eita vozinha chata, vou te contar... Essa voz diz: "...