segunda-feira, 7 de janeiro de 2019

Sua Vida é Sua Responsabilidade


A vida é muito curta pra sobreviver apenas sonhando com a vida que você quer ter. Qual é a hora certa de mudar de vida? O mais indicado, é enquanto você estiver vivo! rsrsrs Ou seja, agora! Decida mudar ou decida permanecer como está, mas não permita que a opinião negativa desmotive você, encontre sua base de automotivação, procure e provoque seus estímulos internos, não tenha medo de viver. Seja ou não seja, faça ou não faça, isso é um direito seu. Viver é sua responsabilidade, ninguém vai se responsabilizar por você, e se o fizer, cobrará um alto preço, preço que com certeza você não estará disposto a pagar. Algumas pessoas dão opiniões sobre nossas vidas, baseadas em conceitos criados, à partir das suas péssimas experiências de vida. E portanto, estão aprisionadas em seu passado malfadado, e com isso julgam o presente e futuro de outras pessoas. Contudo, essas mesmas pessoas não estão dispostas a se responsabilizar por você e por tudo o que você é. Dessa forma, só você é o responsável pelo que é, pelo que diz, e pelo que faz. Quem vive, decidiu se responsabilizar por si mesmo, não volte atrás, viva! Não se acomode na sobrevivência, um dia você pode olhar pra trás e perceber que perdeu um tempo precioso. Viva, e não deixe que a opinião (crítica, desumana, e negativa) do outro ti impeça de viver. Eu me responsabilizo pela minha vida! E você?
dannynoronha.blogspot.com

segunda-feira, 27 de agosto de 2018

Levando a vida.

A força da vida sempre vêm de lugares que não esperamos ou não conhecemos.

Nem sempre pensamos sobre o caminho, sobre o destino ou de onde vem a vida que levamos.

Quase sempre é a vida que nos leva...

Mas, existem algumas pessoas que levam a vida.

Esse último grupo de pessoas, com certeza tem mais chances de encontrar o amor pelo caminho.

A força das árvores não está nas copas, mas na terra, onde suas raízes fincam sua energia, numa busca incessante por mais vida pra levar.

A força de uma largata não está na glória de se tornar uma bela borboleta, voar e encantar com cores e tons, a força de uma largata está na coragem de se retirar do mundo por um tempo e se isolar em um casulo, e permitir-se a transformação total de tudo o que pode ser, e viver.

Talvez a força de uma relação esteja em fincar raízes,  investir tempo e energia,  esteja em permitir-se  mudar com a relação, talvez a força de uma relação esteja em pensar de onde viemos,  como éramos antes do outro,  onde queremos chegar com a relação que se constrói,  e o que queremos levar nesse caminho chamado vida.

Que a relação que temos, encontre força no amor para seguir em frente.

Danny Noronha

sábado, 12 de maio de 2018

DESABAFO DE UMA FIBROMIALGICA



"Estou bem", "Tá tudo certo", "Beleza!"

Quem já preferiu usar essas frases como forma de "resposta educada" pra não ter que explicar uma complexa situação em que estava vivendo no momento?!

Eu também já usei muito esse recurso, mas não como mentira, mas, como uma forma de evitar ser vista como vítima, dramática, exagerada ou uma pessoa de personalidade negativa. 

Afinal, quem quer estar perto de alguém que está sempre dizendo "ah não tô bem não", "hum tô com muita dor hoje", "é o seguinte vou ter que desmarcar porque estou naqueles dias em que não consigo nem levantar da cama", ou "para, não me abraça, tá doendo..."

Afffff
Ninguém quer estar perto de alguém assim.

Mas, adivinhem, essa é a minha realidade.

Você que convive comigo, saiba, meu sorriso é genuíno mas, os silêncios e os foras também são.

Não perdi o interesse pelas palavras, eu só estava cansada demais pra editar, postar, ou simplesmente abrir a página do meu blog.

Mas, estou de volta, não poderia deixar o dia de hoje passar sem fazer a minha parte, deixando para o mundo minha humilde contribuição no longo processo de conscientização sobre a FIBROMIALGIA.

Hoje é o dia internacional de conscientização à Síndrome Fibromialgica.

Sou portadora da síndrome desde que nasci e faço tratamento há 4 anos e meio.

O simbolo da síndrome é uma borboleta, para lembrar a todos o qual frágil fisicamente, são as pessoas que tem essa doença, para que não se esqueçam o quanto pode ser forte o impacto de um único toque.

A Fibromialgia pode ser uma doença invisível, mas eu não sou!

Respeito, é parte do tratamento.

Você pode ser minha medicação, ou meu veneno, você decide.

Desabafos de uma fibromialgica.
Danny Noronha.

sábado, 12 de agosto de 2017

Tenha Fé!



Não dá pra encontrar soluções, quando ainda mantemos nossa mente presa aos problemas.

Não dá pra encontrar saída, enquanto nos mantemos presos em nossos quartinhos secretos.

Não dá pra enxergar um futuro promissor, se teimamos em fechar os olhos para a esperança.

A vida não dá um pause, ou deixa de ser vivida, só porque desejamos viver algo diferente.

Que nossas mentes sejam libertas, que tenhamos coragem de enfrentar o desconhecido, que ousemos abrir os olhos e ver a verdade.

Que vivamos com mais gratidão, valorizando o que estamos vivendo como presente.

Que vivamos tão apaixonadamente que aquilo que desejamos chegue, como se tivéssemos vivido com a certeza de que o viveríamos.

Tenha fé!

Com amor,
Danny Noronha Ramos.
12/08/2017






sexta-feira, 12 de maio de 2017

DIA MUNDIAL DA FIBROMIALGIA



Eu não poderia deixar de falar sobre o dia de hoje.
Hoje não vi ninguém parabenizar o outro por estar vivo, não presenciei ninguém recebendo elogios por sorrir, nem ser aplaudido por levantar da cama, tomar banho frio, escovar os dentes e vestir roupas, não vi ninguém admirando outra pessoa por sair de casa e ir trabalhar...
São coisas comuns, tão simples, tão rotineiras, não são atos que costumam exigir tanto esforço, ou ao menos não costuma ser considerado algo grandioso e cheio de heroísmo. Na maioria das vezes fazemos quase sem perceber ou quase sem querer rsrsrs.
Mas, pra mim essas coisas são um grande desafio. Enquanto muitos ao meu redor reclamam por fazer hora extra, por não ter chuveiro elétrico, ficam de mau humor por alguém ter lhe dito algo que não queria ou não gostou, eu estou fazendo um esforço enorme para abraçar a dádiva de acordar mais um dia.
Hoje foi o último dia de um Curso de Formação de Multiplicadores – Educação para o Trânsito. Foi uma semana corrida, mas, muito proveitosa, amo desafios, amo aprender, eu fiquei muito feliz quando minha chefinha me escolheu pra representar nossa Creche no curso. Na noite de hoje foi o encerramento do curso, mas, no fim da tarde a síndrome fibromiálgica atacou como quis e eu, me rendi. Aprendi que pra vencer algumas batalhas você precisa aceitar alguns tempos de trégua.
Por um momento eu quis me entristecer, e quis comparar minha vida limitada a vida de outras pessoas que nem sabem o quanto são ilimitadas... Mas...
Parei de comparar minha vida com a vida das pessoas, para medir o quanto elas estavam sendo ingratas egoístas ou tolas, ao invés de comparar minha vida com a vida de outras pessoas comecei a comparar minha vida com a sobrevivência. O opositor da vida não é a morte, é a sobrevivência. A maioria das pessoas só passam pela vida, elas não estão vivendo de fato.
Que ironia passar por uma situação assim logo no dia Mundial da Fibromialgia, mas, não se engane este post não é para comemorar, pois ainda não há cura, nem tratamento cem por cento eficiente, em contra partida não é um dia de lamúrias ou um dia para a dó generalizada. Este é um dia para sensibilizar você sobre a existência da síndrome fibromiálgica, ela existe e seus pacientes sentem dores reais, não estão inventando ou fingindo, mais do que de sua compaixão, o portador desta síndrome precisa de respeito.
Viver é mais que suportar uma situação ou resistir a outras, viver é atuar ativamente em situações que valorizem a vida, que faça cada ato, cada segundo, cada encontro, cada oportunidade, por mais simples que ela ser o mais belo, o mais prazeroso, o mais feliz do seu dia.
Um encontro com alguém, um bom dia de quem ti faz bem, uma mensagem, um olhar, cada ato de um ser vivo pode ser um ato de uma vida bem vivida.
Então, Viva!!!
Danielly Noronha.

sábado, 14 de janeiro de 2017

Coração Bulímico


Somos privilegiados, somos a geração que conquistou a chance de manter contato com o maior número de pessoas possível. 
Amigos, família, colegas de trabalho, clientes e até astros do rock, celebridades, autores de livros preferidos, enfim, estamos bem perto daquilo que antes era tão distante e de difícil acesso.
Nas redes sociais, presente, passado e futuro se unem numa explosão de convivência que rompeu a barreira do tempo e espaço.
Quando eu era criança o máximo que eu conhecia e convivia era com a turma da rua de trás, alguns vizinhos, os coleguinhas da escola, e a família, e olhe lá.
Tínhamos poucas chances de estar junto de quem gostávamos, tínhamos menos oportunidades para estar em comunhão, para brincar, para conversar e declarar nossos sentimentos por quem amamos.
O bate papo tinha que esperar o almoço de domingo, as férias, os aniversários, casamentos, o futebol do fim de semana, as reuniões da escola, natal e feriados prolongados.
As chances de estar em contato com as pessoas eram pequenas, grande mesmo era a vontade de ter uma maneira de ficarmos juntos por mais tempo.
Pois bem, o tempo passou e o desenvolvimento da ciência, tecnologia e informação, e voilà , temos o advento da internet, a expansão das comunicações, transformação da telefonia, os celulares, as mensagens de texto,  o correio eletrônico, os smartphones, as redes sociais, as ligações de longa distância simplificadas, não existe mais um lugar longe demais que você não possa se conectar a outras pessoas a hora que desejar.
QUE MARAVILHA!!!
Deveríamos ser a geração mais feliz de todos os tempos.
Mas, porque será que isso não está acontecendo? Porque será que estamos sendo reconhecidos como a geração mais depressiva, mais egoísta e mais solitária? Porque é tão grande a facilidade para estarmos juntos e cada vez mais nos sentimos sozinhos? Porque o número de suicídios, de divórcios, de rompimentos e separações nos relacionamentos em geral, aumentou?
Por quê?
Eu criei um conceito: Não adianta ter fartura em contatos, se perdemos a sensibilidade. Temos mesa farta para os relacionamentos, mas, nosso coração é bulímico.
Temos todas as oportunidades do mundo de nos relacionarmos da melhor maneira possível, de sermos fartos de carinho, amor, atenção e companhia. Mas, adquirimos um distúrbio que chamo de “Bulimia Relacional”, caracterizo pela ingestão excessiva de relacionamentos, um sentimento de descontrole na administração dos mesmos, um aumento exagerado de apetite relacional; Bulimia dos relacionamentos é quando a pessoa ingere em excesso diversos tipos de relacionamentos com diversos tipos de personalidades diferentes, e depois induz o vômito.
O bulímico relacional vive a expansão das oportunidades dos relacionamentos, mas seu coração não acompanhou o processo.
São pessoas despreparadas pra relacionar, despreparadas para lidar com as diferenças, com o excesso de informação sobre o outro e até sobre si mesmo, essa geração do coração bulímico é muito boa em se fartar de uma grande quantidade de pessoas ao seu redor, mas, é incapaz de lidar com as consequências disso.
As vítimas de bulimia relacional vomitam seus relacionamentos com a mesma energia com que os conquistaram. Amigos estão se tornando inimigos, estranhos, familiares estão hoje mais distantes do que antes, os amores, não passam de status num perfil on line de uma geração que está definhando, perdendo para si mesma. Fartas em oportunidades, mas com ânsia de vomitar o que tanto desejou.
Precisa-se de equilíbrio emocional, urgente! O problema não está na quantidade e nem na qualidade de relacionamentos que temos, o problema é não estamos permitindo que eles nos nutram, não sabemos extrair deles os nutrientes necessários para fortalecer a saúde dos mesmos, estamos simplesmente abrindo mão das relações por medo, e isso, adivinha?! Só faz mal pra você mesmo.

Danny Noronha Ramos
14 de janeiro de 2017.






quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Era mais simples viver...


Eu gosto muito de coisas simples, quem não gosta?!

Folhear um álbum de fotografias, ver retratos tirados naturalmente, capturando momentos que a mente as vezes não consegue guardar.

A memória nem percebe que esqueceu, até ver a cena outra vez no retrato. Uma foto, cabe uma história inteira de vidas.

Gosto de "textão", mas prefiro escrevê-los num papel de carta, assinar "com carinho", fazendo promessas de reencontro.  

Lacrar o envelope e enviar, contar os dias e as horas para chegar, enquanto isso sonhar com o sorriso que entrega vai causar. 

Admirar cada detalhe, a cor do papel, a dobradura, o cheiro, a letra,  a forma como o amor usou palavras para se eternizar, e a cada leitura, de novo, nos fazer suspirar.

Destinatário feliz, é sinal de resposta feliz, porque houve um tempo em que não se temia demonstrar amar. 

Os dedos conduziam o passo, marcado no compasso do coração, tatuado no papel com tinta de uma caneta.

Eu ainda prefiro deixar um coração desenhado no vapor do espelho do banheiro, colocar bilhetes escondidos pela casa, roupa, mochila, bolsa e até na geladeira.

Ainda prefiro a companhia de um tabuleiro que trás ao redor mais gente, jogadores, parceiros.

Sem a gente perceber dentro de uma caixa de papel com regras de um jogo existiam mais vidas unidas, nos ensinando a mais valiosa regra da vida, a convivência, a comunhão, disputas e diferenças iam embora no final do futebol de botão.

Era mais simples viver, e por mais simples que fosse, tornava-se incrível.

Nas desventuras aprendiamos a perdoar e no dia seguinte estávamos juntos a jogar, brincar, correr, pular, viver.

E nas aventuras, ah!  As aventuras, corrida de bicicleta, soltar pipa, imitar dancinhas ridículas de grupos musicais, fugir da bolada, se esconder e vencer, subir e descer, escalar árvores e sentir o gosto das primeiras conquistas, sentar na calçada da esquina, quartel general da rua, dividir histórias sombrias, ter medo, e mesmo assim querer tudo de novo na noite seguinte, éramos mais corajosos, mais audaciosos, éramos mais, porque não éramos tão sós.

Quando o mais fraco precisava de ajuda, ele não era excluído, simplesmente recebia o título de "café com leite".

Os pequenos deleites de uma vida rica, café com leite, banho com sabonete, travesseiro na hora de dormir, com a coberta vem abraço e beijo e pra ter certeza de um novo dia que ainda não veio era só pedir a benção dos pais e dormir em paz.

Ainda prefiro folhear as páginas do álbum de fotografias , deixar rolar memórias e histórias , escrever tudo que sinto, demonstrar com tudo o que posso, jogar, brincar, se aventurar, mesmo consciente de viver em um mundo com tantas desventuras.

Crer no poder, de cura para toda agrura, abraço bem apertado, rosto colado, voto de felicidade selado com amor e amizade.

Que privilégio viver. isso é dom, com certeza.

Isso é a vida, isso riqueza, isso sim é herança, é  nobreza. 

Danny Ramos
08 /11/ 2016

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Medo do Desconhecido

Costumamos ter medo de tudo que não conhecemos.

Sempre foi assim. O homem já temeu o fogo, já temeu sair da caverna, temeu outros povos, outro homem, temeu se aventurar em outros ambientes, temeu animais nunca vistos, o homem já temeu a natureza e sua força, o homem já teve medo dos descobrimentos...

Os descobrimentos da química, física e uso delas para transformar a realidade do que conhecemos. 

O avanço da ciência, da medicina, dos métodos de organização social, enfim...já tememos diversas coisas em toda história de existência humana.

Tudo o que nos é desconhecido nos causa no mínimo duas reações, curiosidade e medo. 

E adivinhem só, eu tenho medo do meu notebook dá “boogie”. Serio!!!

Eu me considero uma mulher inteligente, mas quando se trata de comandar “os paranauê” do “hardware” eu me considero uma analfabeta.

Há alguns anos eu estava no meio de uma palestra, quando meu notebook resolveu dar um mergulho ornamental no chão. 

Foi aquele momento que você não acredita que aquilo tá acontecendo. Depois fiquei sabendo que o livro que eu estava escrevendo já com 44 páginas, estava perdido, porque o diagnóstico da máquina é que ela havia quebrado justamente no "bagulho" que continha meu arquivo. Desde então, pensem num pavor que tenho de “boogie” no meu notebook?!

Tenho medo desse desconhecido, mas ontem quando meu aparelho achou de apagar na minha cara, eu contei as horas pro dia amanhecer e eu poder gritar por socorro à um amigo especialista.

E o que aconteceu foi realmente incrível, sabe quando a gente faz uma tempestade em copa d´água?! Pois é, foi justamente isso que ele fez parecer. 

Enquanto eu estava em pânico ele simplesmente mexia na máquina com a maior frieza do mundo. Parecia até que a máquina não tinha problema algum.

Enquanto eu temia, meu amigo, literalmente sorria na minha cara.

Foi então que percebi que na vida não existem problemas grandes demais, que o desconhecido não deve ser assim tão temido. 

Não devíamos ter tanto medo daquilo que nos é oculto, incomum, ou daquilo que é muito diferente do que estamos acostumados.

Alguém sempre tem a solução para o seu problema, sempre terá alguém que terá a solução ou será a solução para o “desconhecido” que você teme.

Tenha coragem pra pedir ajuda, mesmo que riam dos seus problemas, aprenda a sorrir de volta e o resultado será um medo indo embora e momentos de alegria, e de quebra um post novo no blog.

Bjo na alma
Danny Noronha.

  

domingo, 11 de setembro de 2016

2°EMEPe Mãe do Rio -Pará 2016

Do dia 02 ao dia 04 de setembro, ocorreu a segunda edição do Encontro Municipal d@s Estudantes de Pedagogia - Mãe do Rio.
Nos dias do evento, nos reunimos para discutir diversos assuntos, e além do tema principal, tivemos oficinas maravilhosas com temas como: Braile,  Geografia e Motricidade Humana, entre outros.
Tive a oportunidade de sentar à mesa do Movimento Estudantil,  e compartilhar com os colegas minha experiência como estudante universitária, e motivar os mesmos a posicionar-se em relação às lutas e necessidades do corpo estudantil, não apenas no município,  mas também em âmbito nacional.
Foi bom demais ver calouros com muito a compartilhar se manifestando e colaborando nesse processo ensino/aprendizagem.
No geral,  o evento foi bom demais!!!!!!
Segue o que a galera realmente espera desse artigo:
AS FOTOOOOSSSSS!!!!!!! 

Impostora no volume mudo

 Dias como os de hoje fazem uma voz inconveniente gritar dentro de mim: IMPOSTORA! Eita vozinha chata, vou te contar... Essa voz diz: "...